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View: Wanted: Weapons of Fate

por Rafael Camargo

Joguei o demo do Wanted. E é exatamente o que você esperava: um jogo fraco. Mas antes de começar, queria explicar o porque do “View” no título. É o meio-termo para mim entre “Preview” e “Review”. Simples, Review é quando você já jogou o suficiente para avaliá-lo, fazer uma revisão propriamente dita, ou seja, não é o caso do demo (merchandising). E Preview é uma previsão mais o que você espera do jogo. Como eu não espero nada de um jogo de filme, ficou “View” mesmo. Porque eu num espero nada? porque se o jogo for uma merda (como 99% das vezes), eu não me decepciono, e se tiver um bullet curving algo de especial, eu me surpreendo mesmo que só um pouco.

Bullet Curving

Bullet Curving

Aqui começa a história da suposta continuação do filme, onde o ex-nerd agora malvado anti-herói Wesley Gibson vai à europa, matar uns francesinhos de uma organização semelhante à Irmandade do filme. A idéia do jogo em si, é boa, mas puta merda: que gráficos são aqueles? Aliás, falta de. A jogabilidade é bem parecida com Uncharted, assim como o sistema de combates (barricadas, etc) só que com a adição do Bullet Curving e do “Assassin Time”, um sistema de Slow Motion (câmera lenta) em que você pode disparar vários tiros e diferentes alvos (exato. o dedo do gatilho não fica em SM). Para a primeira, segure R1/ R, trace a curva com o analógico (quando cinza, é “possivel” – haha que piada.) e solte o R1/R. – Gasta 1 ponto de adrenalina (máximo de 4 no jogo, e 2 no demo. Mate um cara e ganha um vale-adrenalina). Para a segunda, quando você tiver pelo menos 2 adrenalinas, na movimentação entre as barricadas, aparecerá a opção de usar o Assassin Time (apertando triângulo no PS3 ou Y no 360, creio eu). Curving
Ah! também tem o fato de que o personagem não pula! Olha só que maravilha, um 3rd person shooter que num pula. Ou seja, é TPS  que, dado pela movimentação tosca do personagem, seria muito mais próximo da idéia de um FPS, mas isso num deve ter ocorrido porque num ficaria legal as balas fazendo curva. Mas fora esses detalhes o jogo até que é divertido (porém num é um jogo que eu compraria). Dá pra passar um bom tempo brincando com as curving e matando os caras, mas faltou “feeling” nos tiros, uma certa realidade nos disparos. Eu daria um 5 para o jogo, exclusivamente por causa dos Slow Motion e das Curving, pra mim, o jogo se resume à isso.
Bullet Time

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The Witcher

por Henrique Lokura

Saudações mais uma vez caros humanos.

Venho agora escrever para voçês sobre o jogo The Witcher, que chamou muito minha atenção.

 

A capa do jogo

A capa do jogo

Baseado em uma série de livros, o jogo se passa num mundo 5 anos após uma grande guerra, onde os Witchers, humanos “mutantes” com poderes e habilidades incriveis e que dedicam a vida a caçar monstros, saem a procura da organização salamandra, que invadiu o laboratório dos Witchers para roubar importantes informações e no meio da confusão matou o orfão humano Leo.

Na aventura você é Geralt, Witcher que perdeu a memória e agora está em busca da organização Salamandra para recuperar as informações e vingar a morte de Leo. Muito eficaz no que faz, Geralt percorre 5 atos e um epílogo entre batalhas, missões de espionagem e obtenção de informação, e, por incrível que pareça, sexo, que da um toque “único” no game.

 

Um dos monstros presentes em The Wicther

Um dos monstros presentes em The Wicther

A jogabilidade do jogo é bem interessante, onde voçê alterna entre 3 estilos de combates e pode alternar entre as 4 armas que Geralt pode carregar, cada uma com suas vantagens. O combate se baseis em “clicar” no oponente na hora certa para ir gerando uma poderosa sequência de combos, o que torna a ação um tanto quanto repetitiva. Voçê também pode usar 5 variedades de magias, chamadas “Signs”, que da uma certa variedade na hora de enfrentar seus oponentes. O jogo contem mais de uma centena de talentos entre talentos de bronze, prata e ouro, que são importantíssimos para que você consiga cumprir as missões. Uma coisa que deixa a desejar no jogo é que Geralt não pode pular, exeto quando voçê usa o comando de esquiva no modo de combate, e o cenário, que podia ser mais interativo.

 

Símbolo Aard

Aard Sign

A história do jogo é muito bem elaborada, fazendo com que o jogador queira seguir em frente para ver o que acontece. Suas decisões afetam em grande escala o futuro do jogo, alterando as missões e os personagens que você pode encontrar, como em qualquer bom jogo de RPG.

Os gráficos são bonitos e bem elaborados, dando uma bela mostra do mundo em que os Witchers andam. Os efeitos de luz, sangue, magia e expressões faciais dão uma grande vivacidade ao jogo.

 

Invocando o Igni Sign

Invocando o Igni Sign

O que deixa o jogo interessante é que as escolhas que você faz não são nem totalmente boas, nem totalmente más. Você mataria vampiras inocentes (montros que por profissão você tem que matar) ou os humanos hipócritas e estúpidos ( que você deveria proteger) que perseguem-nas?

O que mais me intrigou é que um jogo tão elaborado tem uma jogabilidade repetitiva e limitada, e que o cenário não interaja o tanto quanto devia. Jogos como Assaassin´s Creed apresentam muito mais interatividade e liberdade no cenário do que the witcher.

Ao decorrer do jogo você pode coletar alguns Sex Cards, que são 26 no total, se envolvendo com as personagens que aparecerem no caminho. Um caso curioso é quando você recebe a missão de encontar uma menina que dizem que foi hipnotizada por vampiros e fugiu de casa, mas na verdade ela foi trabalhar num puteiro, e se você pagar seu serviços descobrirá que ela, apesar de estar lá por vontade própria, foi mordida pelas criaturas da noite.

 

A "pobre" garotinha que fugiu de casa

A "pobre" garotinha que fugiu de casa

No fim das contas esse é um jogo que vale a pena ser jogado e que trará horas de intrigas e aventuras para o jogador. Se eu fosse vocês daria uma olhada

Até mais terráqueos!!!